A Maturidade na vida do Cristão
“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino” I Coríntios 13.11.
Fica evidente a maneira que o apóstolo Paulo trata com a “menina igreja de Corinto”, como meninos na fé, mesmo usufruindo dos dons espirituais. Sinais estes que não consolidam e nem amadurece nenhum cristão.
Mas a pergunta que fica para nós é: Quão importante é que sejamos maduros na fé?
Podemos começar escrevendo sobre os imaturos na fé. Cristãos que vivem uma fé pequena, e conseqüentemente todas as áreas de sua vida, seja familiar, ministerial, relacionamentos com outros cristãos, são instáveis. Devemos fazer a comparação de nossa maturidade com as crianças. Estas não possuem relacionamentos fortes, cada momento tem um “amiguinho”, são birrentas, ou seja, se não fizermos o que elas querem ficam com bico e choramingam, não tem profundidade no que falam, e por ai vai.
Acho que por estes simples exemplos, nós podemos avaliar a necessidade de amadurecermos na fé. Se a Congregação Batista em Jardim Alto Alegre deseja um dia se tornar uma Igreja Batista, deve começar a observar esta questão da maturidade com um olhar muito especial.
Ou estamos fadados a ser uma eterna congregação cheia de “meninos e meninas” na fé, mimados!
Tenho certeza de que Deus espera que cresçamos, Paulo um dia foi menino, mas deixou de ser menino pois o processo natural é de crescimento, então Alto Alegre, que cresçamos em Cristo.
Do pastor Cláudio, Deus vos abençoe sempre!



