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Está ai nossa diferença!

“Todos os vossos atos sejam feitos com amor.” I Coríntios 16.14.

Chega-se ao final desta primeira epístola paulina a comunidade de Corinto, após puxões de orelhas, admoestações, incentivos, orientações pastorais, poderíamos dizer que este versículo resume todo o pensamento de Paulo, “atos de amor”.

Devemos perguntar para o texto o porquê deste encerramento, logo após Paulo utilizar um capitulo inteiro (lembrando que no texto original, não existe esta divisão), escrevendo sobre o amor?

O apóstolo estava utilizando a prática condicional, ou seja, você condiciona a pessoa a fazer aquilo e acaba se tornando uma prática costumeira, e também era o grande temor do apóstolo, a igreja tem o dever em exercitar o amor, mas o amor em que? Em todos os nossos atos.

Pensando um pouco como poderíamos aplicar este principio em nossas vidas, logo me vem à mente quantas vezes fazemos algo para alguém forçado, sem a mínima vontade, de mau gosto?

Cada vez que agimos assim, nos nivelamos com o sem-igreja, este nivelamento é por baixo, agindo por obrigação e muitas vezes para
fazer “média” com alguém.

O que realmente diferencia os cristãos autênticos é a marca do amor. Não que tenhamos uma tatuagem, ou uma cicatriz, mas sim nossas atitudes, e sejam elas quais forem, quando agimos ativamente, fazendo algo em prol de alguém ou do Reino, ou quando somos agentes passivos recebendo algo tudo isto é envolto da sublime decisão amorosa que marca nossas vidas e principalmente caracteriza a nossa fé cristã.

Visito alguém com amor, ensino na escola bíblica com amor, canto no coral com amor, cozinho uma feijoada com amor, evangelizo com amor, intercedo com amor, abençôo alguém regado com amor, oferto e dizimo com amor, participo das células com amor, recebo uma bênção com amor, todos os atos são sustentados com amor.

Quando isto se torna algo costumeiro, marcamos as pessoas com nosso estilo de vida condizente com o estilo de vida de Jesus, pois este versículo nada mais nada menos sintetiza a vida de nosso Senhor!

Que tenhamos todos nossos atos pautados pelo amor, do amigo e irmão pastor Claudio.


Nós temos Esperança!

“Depois, nós os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto consolai-vos uns aos outros com estas palavras.” I Tessalonicenses 4.17,18.

Esta é a principal fonte bíblica da doutrina do arrebatamento, ou seja, o arrebatamento aos céus daqueles, vivos ou mortos, que confiam em Deus e esperam a sua volta.

A doutrina bíblica sobre a volta de Cristo pretende trazer consolo presente aos aflitos, e não especulação futura aos curiosos. O que é importante, conforme os tessalonicenses sabiam, é que o dia do Senhor virá como ladrão de noite.

O acontecimento inesperado e súbito é o ponto da imagem, e obviamente não se trata de uma recomendação de roubo.

A esperança é a ultima que morre, diz o provérbio popular, mas para o cristão verdadeiro, o provérbio deve ser o seguinte: a esperança é viva e nunca morre! Pois se trata da pessoa de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

A igreja deve ter como anseio que arde, o encontro que teremos com nosso Senhor Jesus, isto deve nortear nossa caminhada, intensificar a santidade em nossas vidas, esmerarmos no serviço cristão e por fim, extravagarmos no amor a Deus e ao próximo.

Independente das lutas e provações que passamos e passaremos em nossa caminhada, devemos ter consciência que são momentos transitórios, eles passarão.

Temos sim a expectativa do amanhã melhor, sem lágrimas, sem dor, sem tristeza e sem morte, pois estamos unidos em Cristo e isto nos dá a garantia de que as coisas velhas passarão.

Por isso Paulo termina este capítulo deixando a orientação de conforto com as palavras sobre a volta de Jesus, pois ele mais do que ninguém sabia que poderia suportar tudo em Cristo e por Cristo, pois as coisas passariam.

Que Deus nos conforte e nos aqueça o coração com a volta de Jesus, que está mais próxima do que ontem! Deus abençoe e encoraje a todos, do pastor Claudio.


O Dia da prestação de contas

E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segunda as suas obras. E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.” Apocalipse 20.13-15.

Quem nunca ouviu a seguinte expressão popular: “O inferno é aqui mesmo!”, pois bem, vamos refletir nesta semana sobre o dia em que os homens estarão diante de Deus, indesculpáveis! Estes versículos apresentam o momento final de todos os seres humanos, para completar o drama da redenção. O juízo final se preocupa com os espiritualmente mortos, e não com os santos.

Interessante que o texto diz o final da morte e do próprio inferno, lembrando que o inferno é o domicilio temporário daqueles que morrem sem ter confessado a Jesus e vivido de maneira arrependida dos seus pecados, mas mesmo a morte e o inferno serão lançados no lago de fogo e enxofre sendo esta a segunda morte.

Pensando de forma objetiva, é o seguinte: primeiramente, devemos pensar se de fato tivemos a experiência do novo nascimento e vivemos uma conversão genuína, se a resposta for sim, e não adiantam se enganar está tudo bem, você não participará deste momento, pois com certeza seu nome está escrito no livro da vida.

O segundo ponto é: Eu não tenho certeza de ter nascido de novo e não me arrependi de uma vida antiga que vivia e não confessei a Jesus, veja que é um montante de coisas, não algo isolado e esporádico. Não existe conversão sem novo nascimento, não existe confissão genuína sem arrependimento de pecados.

Para as pessoas que estão no segundo caso, estas sim, devem preocupar-se, e isto também diz respeito aos “freqüentadores de igreja”, ou chamados “igrejeiros”, passarão por isso, terão que estar diante de Deus e ser julgado por suas obras, onde não haverá justificativas e sim condenação, é tempo de cada cristão desta igreja refletir em que condição está, pois ainda existe tempo de arrependimento.

Aqueles que se arrependeram, produzam frutos dignos de arrependimento, aqueles que não se arrependeram que o façam!

Deus produza em nós temor e tremor, para a Sua Glória mesmo, do irmão e pastor Claudio Machado.


Sou fiel a Deus e daí?

“Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes; tornai vós para mim, e eu tornarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar? Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas”. Malaquias 3.7-8.

Deus nestes versículos demonstra mais uma vez que sempre está disposto a se alinhar com o Seu povo, independente do que estavam fazendo, os israelitas, tinham esta possibilidade, pois as portas do arrependimento estavam abertas, e se analisarmos os versículos anteriores veremos inúmeros atos que envolviam questões sociais, morais e éticas, adentrando até no aspecto financeiro, onde eu quero fazer uma ponderação mais apurada.

Os versículos que avaliam a fidelidade do povo de Deus na questão de dinheiro deixam as seguintes indagações:

1- Israel estava negligenciando seu relacionamento de concerto com Deus por roubá-lo nos dízimos e ofertas;
2- sua negligencia levou-lhe um julgamento retributivo;
3- Deus desafio a agir contra sua negligencia, provando sua fidelidade nesse assunto de dar.

Se eles dessem todos os dízimos Deus abriria a janela do céu (mandaria chuvas necessárias) e repreenderia o devorador (destruiria as locustas que devoravam a plantação).

Deixando os exageros de algumas denominações de lado, vamos levar em conta o principio bíblico da deliberação. É impressionante o número de “cristãos”, se é que podemos chamá-los assim, infiel com os pilares da fé. Infiel com a Palavra, com a oração, com o ministério, com a prática diária da Bíblia e descompromissado com o Reino de Deus representado pela igreja local.

Usufruindo da estrutura da igreja, no entanto, não devolvendo sua parte ao Reino, sendo mais claro, não dando dízimos e nem ofertando, mesmo sabendo que temos inúmeras carências de todo tipo e de toda natureza: calhas que vazam água de chuva e deixam a igreja encharcada; instrumento de músicas precário não está investindo em missões, não ajudamos no aspecto social (cestas básicas) dependendo da igreja Batista de São Mateus, e por aí vai. Bem, mas graças a Deus que não são todos, existem sim aqueles que agem com fidelidade, me lembro de uma irmã que recebia ou recebe um salário mínimo, mas sempre agia com fidelidade no seu dizimo, pessoas assim fazem com que o Reino de Deus avance, fazem a igreja refletir no mundo a imagem de Cristo, pois nos dá condições de aproveitar as oportunidades que o próprio Deus nos abre, por isso, digo faça parte daqueles que são fiéis, sem contar as inúmeras bênçãos prometidas pela palavra de Deus. Deus abençoe e vos encha de desejo em ser fiel, pastor Claudio Machado.


Estou Cansado

“Assim sendo, não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor nem de mim, prisioneiro dele; pelo contrário, participa comigo dos sofrimentos pela causa do Evangelho conforme o poder de Deus.” II Timóteo 1,8 K.J.

Vez ou outra eu como pastor escuto esta frase: “Pastor estou cansado ou cansada!”.

Este é o tema da pastoral da semana, mas eu me pergunto do que será que realmente os crentes estão cansados? Será algo justo, relevante, que produzirá algum fruto para a glória de Deus?

Eu também às vezes penso comigo mesmo: “Eu pastor estou cansado!”, mas volto à pergunta para mim. Afinal de contas Cláudio você está cansado de que? De Jesus? Do ministério? Da igreja? Família? Das lutas e tribulações?

Cansamos-nos por tudo isto não tenho dúvidas, resultando todos esses fatores em uma coisa: desânimo para as questões relacionadas á Deus!

Isso tudo é o tipo de cristianismo que vivemos, uma fé voltada para o EU, na verdade estamos como centro dos acontecimentos e aí conseqüentemente quando algum de nossos desejos não são contemplados, logo dizemos: Estou cansado!

Avaliando este texto de Paulo, consigo enxergar qual foi o centro das ações do apóstolo e o ensino para o jovem pastor Timóteo, sofrer pela causa do Evangelho, por isso não vemos desmotivação e desânimo na vida de Paulo, mesmo sendo preso pela pregação, abandonado no seu julgamento pelos “amigos”, ele convocava a Timóteo a ser seu companheiro no que é a maior motivação para o cristão, Cristo Senhor nosso!

Minha irmã, meu irmão, faço-lhes um convite mudar o foco em nossa vida cristã, que seja o nosso viver voltado a Cristo e ai sim poderemos dizer Estou cansado, e porque digo isto, não teremos espaço para pronunciar isto e sim para convidar a outros para compartilhar dos sofrimentos pela causa do Evangelho!

De quem espera compartilhar os sofrimentos pela causa do Evangelho, pastor Claudio.