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Não há mais tempo: São Paulo tem Pressa

O Estado de São Paulo é um dos maiores campos missionários do Brasil. Aqui vivem pessoas de todas as partes de nosso país e do mundo. Muitos que vem para cá retornam para os seus Estados depois de algum tempo, com a vida material um pouco mais equilibrada. Se eles forem evangelizados, voltam transformados, prontos para testemunharem do evangelho de Cristo.

A Convenção Batista do Estado São Paulo, serva das Igrejas Batistas, tem sobre si a responsabilidade da logística missionária, mas cabe à igreja o dever de cumprir a grande comissão de nosso Senhor Jesus Cristo.
Os projetos que são iniciados, os missionários que são enviados, são de nossa responsabilidade. O plano chamado de “plano cooperativo”, 10% dos dízimos, enviado mensalmente para a Convenção Batista, tem como objetivo maior o sustento missionário do Estado, do país e do mundo. No entanto, uma vez por
ano levantamos ofertas para o Estado, outra para Missões Nacionais, e outra para Missões Mundiais, para novos projetos evangelísticos e para ajudar no sustento dos já existentes.

Para você ter idéia, temos hoje em São Paulo cerca de 400 missionários voluntários, fazendo um trabalho maravilhoso de evangelização, a III TransPaulista. Esses jovens, homens e mulheres precisam se alimentar, e isso durante duas semanas. O objetivo desse trabalho é revitalizar 13 pequenas igrejas e 5 congregações, e iniciar 13 novos trabalhos.

Os desafios são muitos, mas Deus é quem nos dá as vitórias. Além da TransPaulista, muitos outros programas estão sendo colocados em ação, e outros serão iniciados. Dentre os programas missionários, temos o trabalho realizado na Capelania Hospitalar do Hospital de São Mateus, pela missionária Sonia Costa de
Lima, sustentada por nossa igreja e pela Igreja Batista em V. Antonieta, com parceria com a Convenção Batista do Estado de São Paulo.

Por tudo isso, conclamo o povo batista de nossa igreja a levantar uma grande oferta missionária no culto de hoje à noite, que glorifique o Nome de Deus e corresponda ao que o Senhor quer que façamos em pró da evangelização de milhares de vidas. Faça hoje à noite o seu esforço missionário e Deus o abençoará.

Pr. Ramires


Que igreja somos ? Filadéfia ?

“E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi, o que abre, e ninguém fecha, e fecha, e ninguém abre. Eu sei as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome”. Apocalipse 3.7-8.

Filadélfia era uma igreja fiel em uma pequena cidade que tinha sido estabelecida como o centro da cultura grega. A cidade era famosa pelos vinhedos que a rodeavam, mas sujeita a freqüentes terremotos.

Não era uma igreja qualquer, mas a segunda igreja que não recebe crítica alguma da parte do Senhor, não é por acaso, que encontramos inúmeras igrejas na atualidade que se denominam Filadélfia, mesmo assim devemos fazer um paralelo com nossas atitudes enquanto igreja.

Algo que deve nos chamar atenção neste texto é o fato de existir uma porta aberta, significado este de oportunidade de serviço ou de evangelismo, ou de entrada na consumação do Reino.

O fato é que quando estamos norteados pelo Senhor e cumprindo os seus propósitos, não nos faltarão portas abertas, que o próprio Cristo providenciará, mas devemos ressaltar o princípio da obediência, pois esta igreja guarda a Palavra do Cristo. O contrário não é verdadeiro, e geralmente nós somos infiéis e esperamos que tudo em nossas vidas ocorra de uma maneira tal qual se fossemos fiéis.

Será que estamos a ponto de não recebermos critica alguma do Senhor? E você, se for analisado receberá críticas?

Saibamos que existe sim, a possibilidade de vivermos uma vida integra a tal ponto, pois esta igreja de Filadélfia foi a segunda a não receber critica. Vale a pena viver de tal maneira.

Deus vos abençoe sempre, Pastor Cláudio.


Dízimo, uma prova de Amor e um desafio à Fé

O dízimo é um dos assuntos menos saborosos a um sem número de paladares, mas é da vontade de Deus que ele seja ensinado e pregado com alegria, obediência e determinação.

Essa lei, cujo cumprimento é exigido de todos quantos estão na dispensação da graça, não pode ser relegada para segundo plano. A lei manda andar uma milha; a graça propõe andar duas milhas. A lei estende a mão a amigos; a graça dirige o amor aos inimigos.

O dízimo é uma prova de amor, porque o cristão não dá apenas o mínimo da lei, mas o máximo da graça. A proporção está na razão direta do amor. Quem ama a Deus tem que provar objetivamente esse amor. Ora, se o crente reluta em dar o mínimo que a lei da graça pede, o dízimo, como poderemos crer que haja nele amor? O amor não é egoísta, não pensa somente em si, nem é incapaz de renúncias.

O dízimo é também, um desafio à fé. Quem faz o desafio é Deus. E o faz prometendo abrir as janelas do céu e derramar bênçãos incontáveis, a ponto de que os seus celeiros se tornarão pequenos para conte-las. Mas tem de crer em Deus e na sua palavra.

Concluo afirmando que dar o dízimo é prova de amor a Deus acima de tudo, e um desafio à nossa fé. O dízimo é do Senhor. Amar a Deus significa não ficar com aquilo deve ser entregue a Deus. O dízimo é mais uma questão de fé do que material. Se você crê em Deus, deve entregar-lhe o que é devido, em quaisquer circunstâncias, com a certeza de que Ele proverá.

De seu conservo
Pr. Ramires


Dízimos – Parte das relações com Deus

O dízimo não é apenas um detalhe do sistema religioso expresso na Lei; é antes, parte da relação normal entre o fiel e Deus. O primeiro texto que fala sobre o dízimo está em Gênesis 14.18-20, quando Abraão dá o dízimo de tudo a Melquizedeque.

Quando foi que Abraão lhe deu o dízimo de tudo? Não foi debaixo da lei de Moisés, porque esta ainda nem existia. Abraão viveu pela fé, e pela fé foi justificado. É o pai dos que crêem. Parece que o dízimo fazia parte normal de suas relações com Deus, e ao encontrar um sacerdote legítimo, deu-lhe o dízimo de tudo.

Hebreus 7.17 afirma que Jesus Cristo é “sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquizedeque”. Este era um tipo de Cristo. Em Melquizedeque, quem realmente recebia o dízimo era a ordem sacerdotal que se alicerçava em Cristo, e da presença de Cristo derivava sua superioridade.

A conclusão a que se chega é que Jesus Cristo foi de fato honrado naquela ocasião, quando Abraão deu o dízimo a Melquizedeque. Abraão não estava honrando o indivíduo historicamente obscuro, mas seu sacerdócio. Assim sendo, o dízimo tem validade permanente.

Em Lucas 11.42, ao exortar os fariseus, Jesus faz citação do dízimo. Ele não o censura, mas o julgamento de que o dízimo substitui a base real das relações com Deus. O ponto de partida é a relação com Deus. O dízimo é resultado disso.

Todo crente deve exercer o privilégio da contribuição, sinal de relação de fé com Deus e de obediência. Quando a entrega do dízimo não acontece, exceto em caso de desemprego, de falta de ganho, o motivo geralmente está na falta de relação mais íntima com Deus.

Pr. Ramires


Dizimos e Ofertas, um principio bíblico

Dou graças a Deus pelas contribuições de domingo p.p. Viemos de uma série de domingos com entradas aquém do que o orçamento da igreja precisa, e estávamos numa situação muito difícil, devido aos nossos compromissos. Pudemos, no entanto, pagar todas as pendências, inclusive a folha de pagamento das pessoas que aqui trabalham.

Talvez você não saiba, mas a IBSM é uma das poucas igrejas batistas que fica aberta das 7 horas da manhã até as 22h30, e proporciona com isso um atendimento amplo para as pessoas que nos procuram, incluindo os próprios membros da igreja, além do trabalho intenso de seus ministérios.

Tudo isso é feito porque Deus providenciou para o seu povo um princípio a ser seguido desde o Antigo Testamento. Antes que a Lei fosse promulgada por Deus, vemos em Gênesis 14.20, Abraão dizimando. Jacó também dizimava, conforme Gênesis 28.20-22. Sobre a questão de se viver sem a Lei, e depois, debaixo da Lei, leia Gálatas 3.17.

O dízimo foi incluído na Lei, conforme Levítico 27.30-32, Números 18.21-24 e Deuteronômio 14.22-29, onde lemos que “o dízimo será santo ao Senhor”. Salomão, o homem mais sábio da terra afirmou: “Honre o Senhor com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações; os seus celeiros ficarão plenamente cheios, e os seus barris transbordarão de vinho”.

No Novo Testamento Jesus restaurou o tempo da graça que existiu no tempo de Abraão, e a graça não exclui o dizimar. O Novo Testamento não exclui, revoga ou cancela o Velho Testamento, apenas modifica, adiciona, e não alterou o princípio do dízimo. Algumas citações: Lucas 18.12; Mateus 23.23, Hebreus 7.9, Mateus 5.20.

Aliás, dízimo é 10% ou 1/10 avos de tudo quanto recebemos. Deus é muito bom, pois dos 100% que recebemos, Ele permite que fiquemos com 90% e nos pede apenas 10%. Isso significa que esses 10% não podem ficar conosco em hipótese alguma. É diferente das ofertas que é tudo que damos além dos dízimos.

Continuarei este estudo no próximo número, mas concluo esta primeira reflexão afirmando que a infidelidade nos dízimos e nas ofertas tem impedido muitos crentes de viverem a vida abundante que a Palavra de Deus promete. Quando você confia em Deus e não lança mão daquilo que deveria depositar na igreja, o Senhor que é dono de tudo, o abençoa multiplicando os 90% que ficou para você administrar.

O que importa na vida é a decisão que você toma, por isso reflita e decida priorizar a “Casa de Deus”. Faça uma experiência, creia nas promessas das Escrituras. Você não se arrependerá. Se agir bem, Deus se agradará e as Suas mãos estarão a seu favor.

Pr. Ramires