O Dia da prestação de contas

E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segunda as suas obras. E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras. E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.” Apocalipse 20.13-15.

Quem nunca ouviu a seguinte expressão popular: “O inferno é aqui mesmo!”, pois bem, vamos refletir nesta semana sobre o dia em que os homens estarão diante de Deus, indesculpáveis! Estes versículos apresentam o momento final de todos os seres humanos, para completar o drama da redenção. O juízo final se preocupa com os espiritualmente mortos, e não com os santos.

Interessante que o texto diz o final da morte e do próprio inferno, lembrando que o inferno é o domicilio temporário daqueles que morrem sem ter confessado a Jesus e vivido de maneira arrependida dos seus pecados, mas mesmo a morte e o inferno serão lançados no lago de fogo e enxofre sendo esta a segunda morte.

Pensando de forma objetiva, é o seguinte: primeiramente, devemos pensar se de fato tivemos a experiência do novo nascimento e vivemos uma conversão genuína, se a resposta for sim, e não adiantam se enganar está tudo bem, você não participará deste momento, pois com certeza seu nome está escrito no livro da vida.

O segundo ponto é: Eu não tenho certeza de ter nascido de novo e não me arrependi de uma vida antiga que vivia e não confessei a Jesus, veja que é um montante de coisas, não algo isolado e esporádico. Não existe conversão sem novo nascimento, não existe confissão genuína sem arrependimento de pecados.

Para as pessoas que estão no segundo caso, estas sim, devem preocupar-se, e isto também diz respeito aos “freqüentadores de igreja”, ou chamados “igrejeiros”, passarão por isso, terão que estar diante de Deus e ser julgado por suas obras, onde não haverá justificativas e sim condenação, é tempo de cada cristão desta igreja refletir em que condição está, pois ainda existe tempo de arrependimento.

Aqueles que se arrependeram, produzam frutos dignos de arrependimento, aqueles que não se arrependeram que o façam!

Deus produza em nós temor e tremor, para a Sua Glória mesmo, do irmão e pastor Claudio Machado.